sábado, 26 de novembro de 2011

Saudades de meu pai


Falar sobre pai é falar de amor...
Sentir sua falta é algo inexplicável. Mas, tentarei expressar esta saudades, através dessas humildes palavras com muita dor.
Pai... Sinto falta de:

- Sua voz que me aconselhava com ternura;
- Do seu olhar sereno com doçura;
- De suas mãos me reerguerem quando eu caia;
- De seu abraço que me envolvia;

Pai, com sua proteção eu nada temia!

E seus conselhos eram para o meu bem... Pai eu estou tanta saudades!

Sem invejar, vejo as pessoas que tem pais, que muitas vezes os maltratam com gestos e palavras, não valorizando-os, então penso:

Pai daria tudo para poder novamente:

- Sua mão segurar;
- Seus miúdos olhos a me contemplar;
- Sua voz ouvir;

E ter uma nova chance de dizer: EU TE AMO!

E ser carinhosa, menos teimosa, ter tempo para conversar os seus assuntos preferidos.

Pai e Mãe... Não deveriam jamais morrer.

Pois, quanto mais se vive é pouco para dizer: Eu te amo PAI!


Quem tem seu pai vivo, não desperdice o tempo, fale sobre o seu amor por ele HOJE... Pois, AMANHÃ pode ser tarde demais...

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Melhor αmigo







/ Melhor αmigo, de verdαde, α gente só tem um. e o meu melhor αmigo, de verdαde verdαdeirα, é você :) porque é contigo que eu pαsso os melhores momentos dα minhα vidα, todos tu estαvα lá, presente ! nuncα me αbαndonα, do mesmo jeito que eu nuncα te αbαndonei. Às vezes α gente brigα, mαs isso só nos fortαlece ! αmizαde sem brigαs, quαl é α grαçα ? tu é umα dαs pessoαs que eu mαis αmo nessα minhα vidα, e eu prometo que eu nuncα vou te esquecer ! ♥ Você é eterno, é prα sempre, é αquele tipo de αmigo que nαdα consegue sepαrαr, e nαdα consegue te αpαgαr.

Te αmo sempre & prα sempre meo melhor dos melhores !!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Ser criança






Comer um doce
Doce de batata doce
Quem sabe pudim
Ou melhor será um quindim?

Ser criança é comer doce
bala,pirolito e cocada
Canjica, arroz e rapadura

Ser criança é tudo de bom
Ser criança é brincar de
andar de bicicleta e correr
Ser criança é também brincar
de pega-pega e de se sujar

Eu sou criança você é
criança.
Nós somos criança ser criança
é tudo de bom. Sou criança
e você também é criança.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

a garotiinha imperfeita







~ a garotiinha imperfeita,
aqeela qeê chora de dor,
aqeela qeê ja sofreu poor amor,
aqeela qe sabe se arrepender ?

~
aqela qeê griita,
aqela qeê sente saudades,
aqela qeê vive sorrindo,
aqela qeê msm errando tenta aprender.

soou a meniininha que brincou de boneka,
qee acreditava em princesas,
qeê corria na rua, só pra tentar viiver.

'~ soou aqeela princesiiinha dos contos de fadas,
aqela qeê briincava de piiqê esconde,
aqela qeê faziia coisas erradas,
qeê qeria crescer...
e cresceuu! ?

sábado, 30 de julho de 2011

Pode ser que um dia deixemos de nos falar...








Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.

Caracterizado pelo abandono a que se sente relegado o jovem no lar






Caracterizado pelo abandono a que se sente relegado o jovem no lar, esse estigma o acompanha na escola, no
grupo social, em toda parte, tornando- o tão amargurado quão infeliz.
Sentindo- se impossibilitado de auto- realizar- se, o adolescente, que vem de uma infância de desprezo, foge para
dentro de si, rebelando- se c ontra a vida, que é a projeção inconsciente da família desestruturada, contra todos, o
que é uma verdadeira desdita. Daí ao desequilíbrio, na desarmonia psic ológic a em que se enc ontra, é um passo.
Os exemplos doméstic os, dec orrentes de pais que se habituaram a usar medic amentos sob qualquer pretexto,
espec ialmente Valium e Librium, c omo busc as de equilíbrio, de repouso, oferec em aos filhos estímulos negativos de
resistênc ia para enfrentar desafios e dific uldades de toda a natureza. Demonstrando inc apac idade para suportar
esses problemas sem a ajuda de químic os ingeridos os, abrem espaç o na mente da prole, para que, ante
dific uldades, fuja para os rec antos da c ultura das drogas que permanec e em voga.
Por outro lado, a exuberante propaganda, a respeito dos indivíduos que vivem busc ando remédios para quaisquer
pequenos ac haques, sem o menor esforç o para venc ê- los através dos rec ursos mentais e atividades diferenc iadas,
produz estímulos nas mentes jovens para que faç am o mesmo, e se utilizem de outro tipo de drogas, aquelas que se
transformaram em epidemia que avassala a soc iedade e a ameaç a de violênc ia e louc ura.
O alc oolismo desenfreado, sob disfarc e de bebidas soc iais, levando os indivíduos a estados degenerativos, a
perturbaç ões de vária ordem, torna- se fator predisponente para as famílias seguirem o mesmo exemplo,
partic ularmente os filhos, sem estrutura de c omportamento saudável.
O tabagismo destruidor, inveterado, responde pelas enfermidades graves do aparelho respiratório, c riando
dependênc ia irrefreável, transformando- se em estímulo nas mentes juvenis para a usanç a de tais bengalas
psic ológic as, que são porta de ac esso a outras substânc ias químic as mais perturbadoras.
A utilizaç ão da maconha, sob a justific ativa de não ser aditiva, apresentada c omo de c onseqüênc ias suaves e sem
perigo de maiores prejuízos, c om muita propriedade também denominada erva do diabo, c ria, no organismo, estados
de dependênc ia, que fac ultarão a utilizaç ão de outras substânc ias mais pesadas, que dão ac esso à louc ura, ao
c rime, em desesperadas deserç ões da realidade, na busc a de alívio para a pressão angustiante e devoradora da
paz.
T odas essas drogas tornam- se c onvites - soluç ões para os jovens desequipados de disc ernimento, que se Ihes
entregam inermes, tombando, quase irremissivelmente, nos seus vapores venenosos e destruidores, que só a muito
c usto c onseguem superar, após exaustivos tratamentos e esforç o herc úleo.
Os c onflitos, de qualquer natureza, c onstituem os motivos de apresentaç ão falsa para que o indivíduo se atire ao
uso e abuso de substânc ias perturbadoras, hoje ampliadas c om os barbitúric os, a heroína, a c oc aína, o c rac k e
outros opiác eos.
E não faltam c onflitos na c riatura humana, princ ipalmente no jovem que, além dos fatores de perturbaç ão referidos,
sofre a pressão dos c ompanheiros e dos trafic antes - que se enc ontram nos seus grupos soc iais c om o fim de os
alic iar; a rebelião c ontra os pais, c omo forma de vinganç a e de liberdade; a fuga das pressões da vida, que lhe
parec e insuportável; o distúrbio emocional, entre os quais se destac am os de natureza sexual.. .
A educ aç ão no lar e na esc ola c onstitui o valioso rec urso psic oterapêutic o preventivo em relaç ão a todos os tipos
de drogas e substânc ias aditivas, desvios c omportamentais e soc iais, bengalas psic ológic as e outros derivativos.
A estruturaç ão psic ológic a do ser é- lhe o rec urso de seguranç a para o enfrentamento de todos os problemas que
c onstituem a existênc ia terrena, realizando- se em plenitude, na busc a dos objetivos essenc iais da vida e
aqueloutros que são c onseqüênc ias dos primeiros.
Quando se está desperto para as finalidades existenc iais que c onduzem à auto- realizaç ão, à auto- identific aç ão,
todos os problemas são enfrentados c om naturalidade e paz, porquanto ninguém amadurec e psic ologic amente sem
as lutas que fortalec em os valores ac eitos e propõem novas metas a c onquistar.
Os mecanismos de fuga pelas drogas, normalmente produzem esquec imento, fugas temporárias ou sentimento de
maior aprec iaç ão da simples beleza do mundo, o que é de duraç ão efêmera, deixando pesadas marc as na emoção e
na c onduta, no psiquismo e no soma, fazendo desmoronar todas as c onstruç ões da fantasia e do desequilíbrio.
É indispensável oferec er ao jovem valores que resistam aos desafios do c otidiano, preparando- o para os saudáveis
relac ionamentos soc iais, evitando que permaneç a em isolamento que o empurrará para as fugas, quase sem volta,
do uso das drogas de todo tipo, pois que essas fugas são viagens para lugar nenhum.
Sempre se desperta desse pesadelo c om mais c ansaç o, mais tédio, mais amargura e saudade do que se haja
experimentado, busc ando- se retomar a qualquer preç o, destruindo a vida sob os aspec tos mais variados
Por fim, deve- se c onsiderar que a fac ilidade c om que o jovem adquire a droga que lhe aprouver, tal a abundânc ia
que se lhe enc ontra ao alc anc e, c onstitui- lhe provoc aç ão e estímulo, c om o objetivo de fazer a própria avaliaç ão de
resultados pela experiênc ia pessoal. Como se, para c onhec er- se a gravidade, o perigo de qualquer enfermidade,
fosse nec essário sofrê- la, busc ando- lhe a c ontaminaç ão e deixando- se infec tar.
A c uriosidade que elege determinados c omportamentos desequilibradores já é sintoma de surgimento da distonia
psic ológic a, que deve ser c orrigida no começo, a fim de que se seja poupado de maiores c onflitos ou de viagens
assinaladas por perturbaç ões de vária ordem.
Em todo esse c onflito e fuga pelas drogas, o amor desempenha papel fundamental, seja no lar, na esc ola, no grupo
soc ial, no trabalho, em toda parte, para evitar ou c orrigir o seu uso e o c omprometimento negativo.
O amor possui o mirac uloso c ondão de dar seguranç a e resistênc ia a todos os indivíduos, partic ularmente os
jovens, que mais nec essitam de atenç ão, de orientaç ão e de assistênc ia emocional c om naturalidade e ternura.
Diante, portanto, do desafio das drogas, a terapia do amor, ao lado das demais espec ializadas, c onstitui rec urso de
urgênc ia, que não deve ser postergado a pretexto algum, sob pena de agravar- se o problema, tornando- se
irreversível e de efeitos destruidores.

Um adolescente um pouco sem rumo






“Um adolescente um pouco sem rumo, estranhando seu próprio comportamento, paradoxalmente desafiador e arrependido, pára você na rua e fala: “Estou só passando por uma fase agora. Todo o mundo passa por fases, não é?” Alguém talvez reconheça sua voz. É Holden, o herói do romance O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger.

Aproveitando-se da situação, atrás e ao lado dele se aglomeram pais e mães de adolescentes. Eles também perguntam: “Então, é assim? Vai passar? É só uma fase?”

Resposta de bolso, caso Holden e os pais o parem na rua: “Não. Não é apenas uma fase. Por isso, nada garante que passe”.

Nossos adolescentes amam, estudam, brigam, trabalham. Batalham com seus corpos, que se esticam e se transformam. Lidam com as dificuldades de crescer no quadro complicado da família moderna. Como se diz hoje, eles se procuram e eventualmente se acham. Mas, além disso, eles precisam lutar com a adolescência, que é uma criatura um pouco monstruosa, sustentada pela imaginação de todos, adolescentes e pais. Um mito, inventado no começo do século 20, que vingou sobretudo depois da Segunda Guerra Mundial.1

A adolescência é o prisma pelo qual os adultos olham os adolescentes e pelo qual os próprios adolescentes se contemplam. Ela é uma das formações culturais mais poderosas de nossa época.

Objeto de inveja e de medo, ela dá forma aos sonhos de liberdade ou de evasão dos adultos e, ao mesmo tempo, a seus pesadelos de violência e desordem.